Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 25/10/2020

Em 2015, todos os países das Nações Unidas adotaram a “Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, que apresentou o conteúdo principal da estrutura de controle do tabagismo. No entanto, esse marco histórico ainda convive com muitos fumantes no Brasil e no mundo, o que trouxe condições chocantes para a saúde global. Nesse sentido, a educação e os fatores sociais são o dilema do tabagismo no Brasil.

Em primeiro lugar, é preciso destacar que as escolas são negligenciadas em termos de fumantes no país. No pensamento de Kant, o homem é tudo o que a educação o cria, e é a escola básica nesse processo. No entanto, grande parte do ambiente estudantil brasileiro promove o fracasso da educação cívica dos alunos ao não abordar o problema do tabagismo e suas graves consequências para a saúde humana.

Considerando o período turbulento representado pela adolescência, essa realidade é ainda mais preocupante quando os jovens estão mais propensos a fumar e usar outras drogas. Portanto, é obviamente necessário preparar os jovens na sala de aula, que é um espaço de consolidação do desenvolvimento dos alunos.

Além disso, há o impacto das pessoas que dependem do tabaco. Segundo dados do IBGE de 2008, a população brasileira gasta cerca de 14,7 bilhões de reais com cigarros nos cofres públicos a cada ano. Essa realidade decorre de graves problemas de saúde causados ​​pelo tabagismo, incluindo pneumonia, câncer de pulmão, derrame e doenças cardíacas. Neste caso, face às inúmeras doenças relacionadas com o consumo do tabaco, o tabaco apresenta inúmeros riscos à integridade dos cidadãos e também sobrecarrega o sistema de saúde.