Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 24/10/2020
É indiscutível que hoje o tabagismo é um problema de saúde pública. No Brasil, de acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), 428 pessoas morrem todo dia devido a dependência a nicotina e 56,9 bilhões de reais são perdidos a cada ano em consequência de despesas médicas e perda de produtividade. A partir disto, pode-se analisar as consequências desta prática.
Primeiramente, é necessário compreender o tabaco como uma ameaça à saude humana, capaz de ocasionar diversos impactos negativos ao indivíduo. Exemplo disto é a grande quantidade de problemas que o tabagismo pode gerar ao usuário, tais como doenças do aparelho respiratório, doenças cardiovasculares e diferentes tipos de câncer. Desse modo, entende-se os perigos que este vício pode acarretar.
Nessa lógica, pode-se observar o filme ‘‘O informante’’, de Michel Mann, onde o protagonista, um ex-executivo da indústria tabagista, decide dar uma entrevista a respeito dos males do cigarro para a saúde. O longa-metragem é de extrema importância para a sociedade, visto que muitos ainda não tem consciência sobre os riscos do tabagismo. Ainda é imperativo ressaltar que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o total de mortes em razão do consumo de cigarro equivale a 8 milhões por ano, ocasionando 6 mil óbitos por dia. No entanto, apesar do elevado número de mortes, boa parte da população permanece praticando o tabagismo.
Portanto, o Ministério da Saúde, juntamente com órgãos públicos, deve promover campanhas que explicitem os riscos e consequências do tabagismo para a população, através de propagandas na televisão e de palestras em instituições de ensino. Essas medidas devem ocorrer a fim de diminuir o consumo de tabaco e melhorar a saúde dos cidadãos. Somente dessa forma o número de fumantes diminuirá e os problemas em decorrência do tabaco serão atenuados.