Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 23/10/2020

No século XVII, ocorria nas Colônias do Sul a produção de tabaco, voltada para o mercado externo. No entanto, apesar de antigo, o cigarro encontra-se presente no século XXI, causando graves problemas e  consequências aos cidadãos e à economia. Nesse viés, afirma-se que o tabaco, negligencia a saúde dos usuários gerando, assim, gastos constantes na saúde pública, bem como diminui a produtividade dos indivíduos e resultar em impactos na economia. Desse modo, faz-se necessário uma rápida supressão dessa problemática.

Sob esse prisma, constata-se que o tabaco trás notáveis consequências à saúde de seus usuários. Logo, propõe-se que a droga é altamente viciante, devido à nicotina utilizada na fabricação do fumo - O que causa dependência química nos usuários - tendo por consequência seu uso desenfreado. Contudo, tal exagero provoca doenças graves nos indivíduos, se tornando um dos maiores problemas de saúde pública do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Sob esse viés, destaca-se o pensamento de Schopenhauer, que julga ser um erro do ser humano sacrificar sua saúde para satisfazer seus vícios.

Nesse contexto, os vícios assim como o fanatismo, deformam a mente, evidencia-se que não só problemas físicos como também psicológicos são causados pelo cigarro, produzindo atrofiações neurológicas capazes de reduzir a produtividade dos indivíduos no trabalho e na vida social, prejudicando a economia no sentido de mão de obra pouco qualificada. Logo, nota-se as sérias consequências do uso do tabaco, sendo necessária a regulamentação de seu uso como forma de reduzir essa problemática.

Nesse viés, cabe ao Governo Federal, em parceria com o Ministério da Saúde, regulamentar a venda do tabaco por meio de leis que intimidem os fornecedores a venderem o fumo, objetivando a redução do uso do elemento tóxico. A partir dessas mudanças, a sociedade brasileira avançará e haverá, garantia dos direitos fundamentais e dignidade á todos.