Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 23/10/2020

No ano de 1955, a indústria do tabaco lançava a sua principal campanha, com a finalidade de incentivar o consumo de cigarro: o “cowboy” da Malboro. Como resultado, o hábito de fumar evidenciado no século XX representa grande problema  para a saúde pública. Contudo, é importante que os fumantes compreendam as consequências negativas que esse hábito traz e decidam interromper essa prática nociva à saúde. Nesse viés, é indubitável debater esse tema, uma vez que acarreta problemas de saúde e, consequentemente, aumento do número de mortes por esse male.

Cabe salientar, a princípio, que a prática tabagista não traz malefícios apenas aos fumantes, mas também às pessoas que estão ao redor, que acabam por ingerirem a fumaça, os chamados fumantes passivos. De acordo com dados do blog “Sesi Farmácia”, cerca de 5000 substâncias tóxicas podem ser encontradas na combustão do tabaco, isso evidencia que os fumantes passivos também estão sujeitos a adquirirem doenças agravadas pelo tabagismo, como câncer de estômago. Nesse lógica, o tabaco é uma substância que ameça todos ao redor, sendo importante a adoção de medidas que incentivem a diminuição dessa prática.

Além disso, vale frisar que a substância nicotina, presente nos cigarros, tem o poder de viciar o usuário, dificultando ainda mais a vontade e disposição para acabar com esse vício. Em consequência, ainda de acordo com dados do site supracitado, aproximadamente 5 milhões de mortes anuais são registradas devido ao uso do fumo, cerca de 10000 óbitos diários. Isso nos mostra que, o tabagismo é um male para a sociedade, uma vez que causa dependência e possui número de mortes altíssimo, se comparado com os de outras doenças causadas por drogas lícitas. Sendo assim, é necessário que as pessoas tomem consciência de seus vícios e procurem ajudas públicas, que são disponibilizadas, para que consigam deturpar a execução desse ato maléfico para todos os cidadãos.

Tendo em vista os argumentos apresentados, urge que o Ministério da Saúde promova ações que visem incentivas a preservação da saúde física que é corroborada pela prática tabagista que acompanha milhares de pessoas, com o objetivo de diminuir a incidência de mortes e doenças que são acarretadas pela prática da mesma - assim, os gastos públicos altíssimos gastos no setor de saúde pública em decorrência do tabaco será diminuído, e contudo, aplicado em outro setor. Além disso, cabe às ONGs promover palestras e reuniões com os dependentes químicos com a finalidade de demonstrar os males causados e incentivá-los a perda dessa atividade que, muitas vezes, considerado como forma de alívio de problemas que a pessoa possui. Somente assim, será possível proteger toda a sociedade futura das consequencias geradas pelo tabagismo.