Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 05/09/2020
De acordo com a Inca(Instituto Nacional de Câncer), o tabagismo é reconhecido como uma doença crônica causada pela dependência de nicotina presente não produtos à base de tabaco. O tabagismo integra o grupo de transtornos mentais e comportamentais em razão do uso de substâncias psicoativas. Além de também ser considerado uma das maiores causas evitáveis isoladas de adoecimento e mortes precoces em todo o mundo.
A Organização Mundial da Saúde afirma que o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. Mais de 7 milhões dessas mortes resultam no uso direto desse produto. Enquanto, aproximadamente 1,2 milhão é o resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo. A OMS(Organização Mundial da Saúde) também aponta que ainda cerca de 80% de 1 bilhão de fumantes do mundo vivem em países de média e baixa renda, onde ocorre mais mortes e doenças por conta do maior uso de tabaco.
Vale ressaltar que, o tabagismo causa mais risco para o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como por exemplo, leucemia; câncer de fígado; câncer na cavidade oral(boca); câncer de traquéia, brônquios e pulmão. Além de estar relacionado com essas doenças, o tabagismo também é um fator importante risco para o desenvolvimento de outras enfermidades, como a tuberculose e infecções respiratórias.
Em virtude do fatos mencionados, podemos concluir que o tabagismo é uma doença extremamente perigosa e está presente no mundo todo. Portanto, para que esse vício seja diminuído, é necessário que a mídia poderia criar anúncios, propagandas para conscientizar a sociedade sobre o uso direto do tabaco e as suas consequências. Além disso, o governo poderia propor campanhas para a conscientização do fumo do tabaco. Dessa forma, o número de fumantes pode diminuir.