Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 03/09/2020

O vício pelo cigarro cresce a cada ano podendo prejudicar fumantes, não-fumantes e até o meio ambiente. A curiosidade de provar, principalmente, o cigarro, pode gerar dependência através da nicotina presente nele. É importante que hajam campanhas das redes públicas de saúde nos canais de televisão para informar à população dos riscos dos mais diversos tipos de fumo e promover a divulgação de clínicas psicoterapêuticas para o tratamento da abstinência.

Em primeiro lugar, destaca-se o alto índice de doenças cardiovasculares provindas do fumo. Só no Brasil, 13% dos casos de câncer são no pulmão, visto que a nicotina, com quase 5 mil componentes destrói proteções do órgão trazendo consequências desastrosas. Similarmente, a apresentadora Ana Maria Braga passou por mais de uma situação de contração da doença, uma delas no pulmão, ela precisou ficar em repouso e fazer tratamentos. É papel das entidades públicas de saúde incentivar e informar a população sobre os riscos do tabaco.

Além disso, mostra-se necessário ressaltar o perigo que a fumaça expelida pelo fumante pode causar. De a cordo com  a Organização Mundial da Saúde, 5 milhões de mortes são registradas anualmente no mundo, parte delas de indivíduos não-fumantes, que só ingeriram  as substâncias  por vias respiratórias. Eventualmente, se algum paciente desejar parar de fumar, existem clínicas psicológicas para auxiliar no processo contra a abstinência. Mídias sociais podem ajudar fornecendo o contato de profissionais para o público.

Diante do exposto, compete ao Instituto Nacional do Câncer diminuir os casos de mortes causadas pelo tabagismo por meio de  campanhas de tratamento em parceria com as redes sociais, que tem grande alcance no Brasil, a fim de informar pessoas e erradicar as estatísticas trágicas e casos como o da apresentadora deixem de existir.