Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/08/2020
Em 2019 o Brasil ficou em segundo lugar no 7° Relatório da OMS - Organização Mundial da Saúde - em combate ao tabagismo. Entretanto, as políticas adotadas no país ainda não são suficientes para conscientizar a população sobre os males do cigarro e outras drogas lícitas. Dessa forma, é preciso intensificar as campanhas do governo e o aumento da fiscalização.
Primordialmente, é necessário entender essa problemática como uma questão de saúde pública. De acordo com dados da OMS, o Brasil gasta todo ano mais de 56,9 bilhões de reais em despesas médicas provocada pelo tabagismo. Torna-se assim, dever da população ajudar na luta contra o cigarro, já que os custos dos tratamentos são arrecadados pelos impostos, que poderiam ser usados em outras esferas públicas como na educação. Além disso, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e estatística (Ibope), revela que 54% dos cigarros consumidos em 2018 tem origem ilícita proveniente do tráfico, contribuindo assim para o aumento da violência e outros problemas.
É preciso também discutir as consequências na saúde dos usuários de drogas lícitas. O cigarro pode causar à quem fuma e, pessoas que inalam sua fumaça, câncer de pulmão e insuficiência cardiorrespiratória. O álcool, pode causar câncer de fígado, cirrose, vício, distúrbios mentias entre outras doenças. Fármacos controlados ingeridos sem prescrição e acompanhamento médico podem gerar dependência e outras complicações no sistema imunológico.
Fica claro portanto que a diminuição e conscientização sobre o uso de drogas deve ser realizado de imediato. Cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, ampliarem as campanhas de conscientização. Isso deve ser feito principalmente nas escolas, espaços púbicos, universidades e redes sociais do Governo, por meio de campanhas preventivas, palestras com ex-usuários e exposição de casos médicos. Dessa forma, os jovens e adolescentes terão consciência dos maléficos das drogas lícitas diminuindo o consumo e conscientizando familiares. Só assim o brasil poderá chegar ao primeiro lugar no ranking da OMS.