Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 29/08/2020
Aproximadamente, há seis séculos atrás, o tabaco chega ao Brasil através de imigrantes indígenas. Antigamente, a prática do fumo, era vista como uma maneira de demonstrar ostentação, luxúria e liberdade. Porém, na contemporaneidade, tornou-se um dos principais causadores de doenças crônicas, poluição ambiental e prejuízos econômicos aos cofres públicos.
Convém ressaltar, a princípio, que cerca de 30% da população brasileira é fumante. Segundo o médico Draúzio Varella, a fumaça inalada do cigarro de tabaco é mais prejudicial aos não-fumantes, do que aos próprios fumantes.
Além disso, há mais de 3 mil substâncias tóxicas no tabaco. O que resulta em consequências negativas para a sociedade e o meio ambiente, através da poluição no ar e os riscos de incêndios com o descarte indevido da sobra do cigarro após fumado.
Ademais, os tratamentos públicos disponíveis pelo SUS - Sistema Único de Saúde - para as inúmeras doenças crônicas que são causadas pelo tabagismo, trazem mais prejuízos para a economia do país, do que lucros com a comercialização do tabaco.
Após isso, é perceptível a necessidade coletiva para a resolução dessa problemática. O Estado, através dos Ministérios da Saúde, da Economia e do Ambiente, em parcerias com ONG’s destinadas a ajudar no tratamento do tabagismo, utilizarão de investimentos em abertura de clínicas de reabilitação para os viciados, onde oferecerão acompanhamento psicológico aos usuários que querem a abstinência do tabaco e de outras drogas. Destinando investimentos também na área tecnológica, através de campanhas de conscientização dos malefícios do tabaco, vídeos de motivação para os pacientes e sites onde serão auxiliados por profissionais da saúde em seus tratamentos. Dessa forma, o Estado proporcionará uma melhor qualidade de vida para a população e diminuirá a quantidade de consumidores do tabaco.