Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 26/08/2020

De acordo com os historiadores, o tabaco vem de origem indígena e foi descoberto pela nobreza por volta de 1560, usado muitas vezes para amenizar dores de cabeça da realeza na época. A princípio só os ricos usavam o cigarro, mas no século XXI, o cigarro e seus problemas se popularizaram juntos, como por exemplo, o câncer. Uma vez que a pessoa passa a fumar, suas chances de contrair a doença, são três vezes maiores do que com um não fumante.

Dessa forma, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) passou a estudar e procurar os efeitos do cigarro no organismo, e foi descoberto que em apenas um maço pode conter milhares de substâncias tóxicas. Ainda que 8 milhões de pessoas morram anualmente no mundo pelo uso do tabaco, a busca por ajuda para largar o vício ainda é muito pequena. Conforme já se dizia Sêneca: “É parte da cura o desejo de ser curado”, e por isso o problema de fumar é tão grave, pois o viciado sempre busca por motivos para não deixar de fumar.

Além disso, o INCA revelou que o uso do cigarro vem começando mais precocemente, tendo o início do uso em sua maioria aos 15 anos de idade e em seu ápice aos 40 anos, e tendo em uso na sua maioria na população masculina. Por isso, é necessário que se olhe com cuidado o porquê disso estar acontecendo com pessoas tão jovens.

Desse modo, o Ministério da Saúde deve proporcionar a essas pessoas ajuda psicológica para entender o motivo pelo qual eles inciaram o uso do tabaco, mas também, clínicas de reabilitação serão necessárias para dar total suporte. Resumindo, a ajuda médica é necessária para toda essa população fumante, pois é um processo difícil e que requer tempo, por isso, o Governo Federal também deve disponibilizar remédios substitutos da nicotina de forma gratuita para facilitar mais ainda esse processo de recuperação.