Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 24/08/2020
A Lei Antifumo que entrou em vigor no ano de 2009 proíbe o uso de cigarro e demais produtos fumígenos usados em ambientes públicos. Contudo, a sociedade do século XXI desrespeita essa norma, que gera graves consequências a população brasileira. Diante disso, é fundamental a discussão de aspectos como o prejuízo a não fumantes e ao desenvolvimento sócio-econômico.
Em primeira análise, o tabagismo exposto à ambientes coletivos prejudica indivíduos não fumantes, devido a presença de nicotina – substância tóxica presente na fumaça, que altera os sentidos de uma pessoa. De acordo com John Locke, filósofo do século XVII, as leis foram feitas para os homens e não para si. Nesse sentido, mesmo que o Brasil possua normas as pessoas não as respeitam.
Outrossim, o uso do tabaco prejudica o corpo social. Segundo a OMS, quase 1 milhão de pessoas são mortas a cada ano por tabagismo. Partindo desse pressuposto, esse índice é consequência de doenças causadas pelo fumo, como por exemplo cardíacas, que provoca uma inércia na produtividade brasileira.
Portanto, o Ministério da Saúde – responsável pela administração e manutenção da saúde no país – deve alertar a população e evidenciar a Lei Antifumo, por meio de campanhas, a fim de diminuir o número de mortos por tabaco e conscientizar todo o país.