Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/08/2020

De início no século XX, a utilização do cigarro era considerado “moda” para a população que tinha uma condição mais favorável, demonstrava luxo e riqueza. Porém, esse ato tornou-se um hábito para as demais camadas sociais que finalizou em um entrave nas sociedades pouco favoráveis e de baixas condições, devido à falta de informações sobre a causa e as reações do uso do cigarro.

Anos depois teve a comprovação científica que o uso do tabaco tinha e tem diversos efeitos negativos no sistema cardiovascular, respiratório e cerebral, além de que o cigarro possui mais de três 3.000 substâncias tóxicas liberadas em sua fumaça, além da nicotina, causadora da dependência no usuário. As consequências para o usuário, debilitando o seu organismo vem de acordo com a quantidade de cigarros fumados, é um desafio de risco para vida tanto para quem fuma (ativo), quanto o passivo que ingere suas toxinas.

Os motivos das ocorrências acontecem devido as influências em grupos familiares ou de amizades para ser conhecido como “legal” deve-se seguir a vontade da maior parte das pessoas inclusas no grupo, vontade de chamar atenção tendo comportamento de uma pessoa mais velha, crenças distorcidas que associam o tabaco a “melhorias” como emagrecimento, rendimento na concentração e relaxamento são exemplos que ilustram á alusão feita pelo filósofo Rosseau na qual “O homem é o produto do meio em que vive, da sociedade e da educação”.

Dessa forma é dever das escolas e instituições juntamente com os pais conscientizar os jovens e as crianças a partir de palestras, trabalhos, cartazes e conversas esclarecedoras abordando o tema para a consolidação das causas e das consequências sobre o uso do tabagismo. Também é cabível ao Governo controlar e observar a venda de cigarros, aplicando punições para a venda para menores de idade e o investimento na área do tratamento de pessoas necessitadas para superarem o vício e de alguma doença adquirida pelo fator de risco.