Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/08/2020
Desde 1881, com a invenção da maquina de confeccionar cigarros, nos Estados Unidos, esse setor ganhou vigor pelo mundo. No Brasil, essas fabricas chegaram por volta de 1918, com a Souza Cruz, industria subsidiaria pela British American Tobacco. Assim, o ato de fumar foi considerado positivo por anos, sendo, sobretudo, incentivado por Holywood nas décadas de 20 á 80. No entanto, pode-se dizer que o tabagismo é benéfico à saúde?
Em primeira análise, ainda que esse produto seja proibido de se vincular a propagandas, há um alto consumo por meio dos jovens. De acordo com pesquisas realizadas pelo Vigitel, em 2019, o percentual de fumantes de 18 á 24 anos era de 9,8%, sendo 12,3% homens e 7,7% mulheres. Todavia, devido ação viciante da nicotina presente no cigarro, muitas pessoas acabam levando esse habito para a vida adulta, se tornando dependentes da substância.
Em segunda análise, o tabaco é responsável por cerca de seis milhões de mortes em todo o mundo, sendo considerado pela Organização da Mundial da Saúde (OMS), a principal causa de morte evitável. O tabagismo também é um fator de risco para cerca de cinqüenta doenças, entre elas o câncer. Ademais, é imperativo que ser ‘fumante’, esta relacionado ao nível social e intelectual do individuo.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Mistério da Educação deve promover palestras em instituições publicas e particulares, com o intuito de conscientizar a respeito dos riscos do tabagismo, pois como já disse o filosofo Immanuel Kant ‘o ser humano é aquilo que a educação faz dele’. Outrossim, cabe ao Ministério da Saúde criar clinicas especializadas no tratamento e recuperação de pessoas dependentes em tabaco, visando também em terapias.