Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 21/08/2020

O tabagismo que,teria surgido no século XVI começou a ter uma rápida estruturação nas vidas das pessoas,tanto que,através de meios de propagação,teria chegado em seu ápice nos dias atuais.Sendo assim cigarro seria propicio ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares,a dependência química e a morte,onde os mais afetados são mulheres e homens.

Atenta-se, em primeiro lugar, aos efeitos que o cigarro pode trazer as pessoas. Evidencia-se que, ao longo dos anos, começam a surtir efeito e trazem consigo um dano colateral irreversível e uma dependência grave, ode tal modo que, futuramente alastra e ainda leva a internação do paciente ou talvez a morte. A dependência, se deve a nicotina, uma droga contida no cigarro que porém legal é viciante, a própria empresa alerta ao seu consumidor ilustrando em sua parte traseira.

Segundo a OMS, no Brasil temos cerca de 22 milhões de fumantes ,contudo  apenas 17,9 milhões consomem diariamente. A taxa de mortalidade no Brasil são de apenas 428 por dia, gerando custos bilionários. Tendo em vista o estado em que os pacientes ficam após seu uso prolongado é demasiado de péssimo e suas doenças são levadas convosco pelo resto de suas vidas, seu uso é geralmente causado por estresse, como já dito, ele tem suas consequências que apesar de prejudicar a si mesmo pode tornar pessoas em sua volta fumantes passivos, fazendo com que mais pessoas se tentem ao vício.

Em suma, como uma maneira de contornar o seu uso atual é  necessário tomar atitudes. Para um atendimento que conceda ajuda a qualquer tipo de fumante, através de órgãos o ministério da saúde, disponibilizaria verbas governamentais e traria centros de reestruturação para esses pacientes,que tal, passariam por uma forte reabilitação e a abstenção de qualquer fumo possibilitando um melhor integramento na sociedade e um prolongamento na sua expectativa de vida.