Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 20/08/2020

A prática do tabagismo é uma das mais mortais mundialmente, chegando a matar cerca de 6 milhões de pessoas, sendo dessas 200.000 brasileiras, anualmente. Tal prática é dada pela dependência da nicotina comumente encontrada nos cigarros e que também aumenta o risco do dependente contrair cerca de 50 outras doenças. Como por exemplo as mais comuns: câncer de pulmão, doenças coronárias e o câncer de estômago.

Além de também afetar nas funções cognitivas do cérebro do dependente, ao ser utilizado durante uma gravidez, pode igualmente trazer riscos irreversíveis ao feto em gestação, podendo até mesmo levá-lo à óbito, afetando diretamente a natalidade de países com grande índice de consumo da nicotina. E se pensarmos além dos danos na saúde do usuário, notaremos o grande rombo que tal ato também deixa na economia, tendo em vista que os pacientes brasileiros 21 bilhões de reais por ano com tratamentos por danos do tabagismo, o que corresponde à meio porcento do PIB do país, nem mesmo a venda dos cigarros alcança tal valor de gastos, sendo esse, em média, 6,3 bilhões. Ou seja, o prejuízo ainda é enorme.

Governantes e chefes de estado num todo, deveriam começar a se mobilizarem mais tendo em vista que na balança dos prós e contras do tabaco em um país, os prós sequer existem. Contudo, uma boa maneira de começar a controlar isso era dificultando a importação e fabricação de cigarros e diminuindo sua facilidade de encontra e compra, o que melhoraria em peso não só a economia do país e sim a saúde e qualidade de vida de seus habitantes.