Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 20/08/2020

Até o final do século XIV, o ato de fumar era visto como algo de muito prestígio, era inserido na sociedade a ideia de que fumar era símbolo de riqueza e poder, e de diversas formas, como em comerciais, novelas e outros meios que a mídia oferece, era exposto a “beleza”, com objetivo de promover esse ato e então obter lucro. Isso era antes de a ciência mostrar o quão maléfico á saúde o cigarro é, foi descoberto a ligação do cigarro a doenças cancerígenas e vários outros problemas que pode ser gerado através dessa prática.

Vale ressaltar, que o público estatisticamente mais atingido, de acordo com o British American Tobacco (BAT), são os jovens e adolescentes. Em 2011, foram proibidos os comerciais de empresas de cigarros que incentivavam a prática do fumo nos meios de comunicação. Porém, a influência continuava, ainda que indiretamente, por meio de séries, filmes e etc, mostrando explicitamente os atores fumando e assim incentivando o ato, tornando a mídia um principal agravante do problema.

Outro problema significante é o alto nível viciante que a substância do Tabaco tem, fazendo ser um desafio doloroso e difícil para quem consome e deseja parar. De acordo com o Médico Daniel Deheinzelin, do Hospital do Câncer de São Paulo, 97% dos usuários não conseguem deixar o vício, o que gera consequências extremas a longo prazo para saúde do paciente, como desencadeamento do vício por drogas mais fatais, até problemas graves de saúde que podem leva-lo a morte.

Portanto, é necessário que o Estado, juntamente com o Ministério da Saúde, promovam programas de apoio, como clínicas, centros de reabilitação e até grupos de apoio com palestras de ex dependentes relacionados a profissionais para tratamentos com medicamentos e terapeutas. E também possibilitar campanhas em ambientes educacionais para crianças e adolescentes com a intenção de conscientizar do problema.