Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2020

No cinema nas décadas de 20 á 80 era retratado o glamour de fumar, uma forma habitual de fazer propaganda, uma vez que tal prática, era promover na sociedade o uso, visto como símbolo de riqueza e poder. Porém ninguém da época imaginava os malefícios causados pelo tabagismo á saúde, foi então a partir das primeiras pesquisas que associaram a doença cancerígenas ao cigarro. Ainda que com a descoberta, a prática persiste no século XXI. Nesse sentido, cabe avaliar as principais causas dessa problemática.

Em primeira análise, vale destacar que mesmo com a proibição de anúncios, o produto é ainda muito utilizado pelos brasileiros. Sabe-se que, o público alvo das indústrias é atingirem os jovens desenvolvendo outros tipos de cigarro, como por exemplo narguilé e cigarros eletrônicos que são aromatizados e atraentes sendo mais vulneráveis ao modismo que, acaba acarretando uma reação em cadeia entre eles. Desse modo, virando o principal consumidor desse hábito pois, a nicotina possui um alto poder viciante sendo grande provável torna-se um adulto viciado .Conforme, os dados da folha de São Paulo 1 a cada 10 brasileiros é fumantes ,sendo sua maioria jovens entre 18 e 24 anos. Além dos danos á saúde, a prática do tabagismo favorece o consumo de outras drogas, pois buscam efeitos mais intensos como as drogas ilícitas. Esse dado é confirmado por pesquisas acadêmicas da saúde (OMS)realizadas no Brasil e em outros países.

Em segunda análise, destaca-se, o fator governamental como mais um desafio a ser combatido. Faltam medidas efetivas por parte das autoridades para a mudança desse cenário brasileiro seja alterado. Consoante ao número de causas de morte relacionadas ao tabaco são as doenças cardiovasculares, o câncer de pulmão e a DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica). Além disso, pode vir a causar transtorno as pessoas que compartilham o mesmo ambiente que o usuário pois, o contato com a fumaça expelida também é prejudicial. Em consequência disso, as pessoas que fumam acabam utilizando mais recursos dos sistemas de saúde que os não fumantes.

Consequentemente, medidas públicas são necessárias para alterar esse cenário. É portanto, inevitável a necessidade de intervenção do Estado junto com o ministério da Saúde, para a construção de clínicas de apoio, por meio de palestras de ex usuário e aconselhamento médico associado a terapia medicamentosa. Sob esse ponto de vista, fica a dever da mídia realizar propagandas, afim de abordar as consequências do fumo e dependência da nicotina no organismo de quem o consome. Com isso, espera-se reduzir o número da tal prática e o aumento da perspectiva de vida em toda sociedade.