Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2020

Entre as décadas de 1920 a 1980, o fumo era muito comum, sendo retratado em filmes e comerciais da época como um hábito normal e visto como status por pessoas ricas e poderosas. Com o passar dos anos, o cigarro foi se mostrando um vício maléfico, difícil de largar e com consequências graves para seus usuários.

Atualmente, as restrições são muitas, incluindo lugares abertos como praias, parques, praças e lugares fechados, apesar de todas essas proibições o número de fumantes não desce, isso se dá pela nicotina contida no tabaco, que cria uma dependência no indivíduo. A nicotina presente no cigarro é responsável por estimular a sensação de prazer que a pessoa sente ao fumar. Com a inalação contínua da droga, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses cada vez maiores para manter o nível de satisfação que tinha no início.

O cigarro pode causar diversos problemas de saúde, como câncer de pulmão e do aparelho digestivo, dificuldades respiratórias, infarto, derrame, infecções respiratórias, impotência sexual no homem, entre outros. Também existe risco para quem não fuma, mas tem contato direto e frequente com tabagistas, o tabagismo passivo é a inalação da fumaça de derivados do tabaco por indivíduos não fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados, podendo conter os mesmos problemas de saúde do tabagismo ativo.

Portanto, o fumo é um problema recorrente e muito difícil de combater, o Estado deve intervir junto com o ministério da saúde, para a criação de clínicas de apoio, palestras de ex usuário e aconselhamento médico, a mídia pode realizar propagandas para a conscientização da população sobre as consequências do tabagismo.