Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2020

Fabricado a partir do tabaco, o fumo é um produto que, junto com a nicotina, compõe o cigarro e charuto, populares e responsáveis por diversas doenças. Além de ter alto poder viciante, a nicotina é extremamente prejudicial à saúde, mas, ainda assim, é muito consumida. Tal uso tem origem na década de 20, na qual  o ato de fumar era visto como glamouroso e, entre as consequências, está a morte.

Logo na década de 20, houve uma popularização do tabaco. A chamada Era de Ouro de Hollywood trazia, em seus filmes, constantes cenas de uso do fumo, além das grandes estrelas serem vistas com cigarros. Isso, somado com a associação do cigarro ao sexo, contribuiu para um aumento excessivo no número de pessoas fumantes, que, atualmente, engloba até adolescentes, apesar dos problemas causados pelo tabagismo não serem mais desconhecidos.

Assim, com o passar do tempo, descobriu-se que o vício trazia diversos problemas de saúde, como dependência da nicotina, indisposição, câncer de pulmão e até a morte. O tabagismo mata, anualmente, cerca de três milhões de pessoas no mundo e estima-se que um terço da população mundial seja fumante, o que fez o produto proibido de ser veiculado a qualquer tipo de propaganda.

Logo, pode-se notar que a errônea atitude de popularizar o tabaco trouxe consequências à saúde que persistem até a atualidade. Como forma de prevenir crianças e adolescentes do uso do tabaco, o Ministério da Saúde deveria garantir a venda do produto apenas para maiores de 18 anos, além de criar clínicas de apoio e acompanhamento para os já fumantes. Dessa forma, haveria um tratamento da população e prevenção para os jovens e, consequentemente, um afastamento do tabagismo de toda a sociedade.