Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2020

Durante a Industrialização ocorreu o aumento da produção do cigarro e, por consequência, a diminuição do valor acarretando a maior comercialização do tabaco, tornando-o mais popular. Entretanto, hodiernamente, a popularidade do cigarro reflete no desequilíbrio e na instabilidade da saúde humana. Nesse sentido, a inércia presente nos meios educativos em relação a esse vício fomenta na persistência e no crescimento do tabagismo no contexto atual.

Em primeiro plano, urge analisar a displicência no que se refere ao uso de cigarros. Nesse viés, de acordo com o professor da saúde pública David Jacobs Junior, fumar cigarro é um risco de saúde que é evitável e cujas sementes são plantadas no aprendizado desde a infância. Ademais, essa afirmativa comprova a relevância das escolas e ações educativas no combate ao tabagismo, contudo, na realidade vigente, é notável a inatividade dos instrumentos de ensino para a prevenção e enfrentamento desse mal. Desse modo, em razão da persistência no uso do cigarro, os cuidados e as atividades informativas fazem-se imprescindíveis.

Por conseguinte, a sociedade torna-se vulnerável à estabilidade e efeitos do contato, direto ou indireto, com essas drogas lícitas. Ademais, segundo a OMS existem 5 milhões de tabagistas ativos no mundo, números alarmantes, uma vez que tendem a serem maiores no que tange a realidade de fumantes passivos. Nessa perspectiva, os malefícios do tabaco atingem tanto ao usuário, quanto o seu entorno, propagando as doenças, pulmonares, cardíacas e cerebrais, advindas do cigarro. Dessa maneira, é fulcral a mudança dos hábitos e do descaso quanto ao tabagismo no mundo.

Portanto, fica evidente a necessidade de combater o uso, imprudente e preocupante, do tabaco. Para tanto, é dever do MEC, junto às Instituições de ensino: escolas, universidades e cursos técnicos, promover projetos, por meio de fóruns, peças artísticas, feiras de ciências, sobre as consequências do tabagismo na vida adulta. Além disso, as redes sociais oficiais da saúde, juntamente com órgãos governamentais, poderiam criar projetos e expandir informações tanto nas redes sociais, quanto nos ambientes públicos, acerca do enfrentamento dessas drogas lícitas, ambas as intervenções objetivando a conscientização e diminuição do uso do tabaco, erradicando assim a popularidade do produto.