Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2020

O tabaco está presente na sociedade desde o século XV. Origina-se de uma planta dos Andes Bolivianos, onde tribos indígenas utilizavam em rituais ou para fins medicinais e, por conta das migrações indígenas o fumo chegou ao Brasil. Na chegada de Cristóvão Colombo à América, os europeus tiveram o primeiro contato com a espécie e por conseguinte, criou-se o hábito de fumar. Segundo o filósofo Hippolyte Taine, o homem é produto do meio, da raça e do momento. Logo, tende a replicar padrões enraizados na sociedade e que são passados de geração para geração, exemplo disso, é o de fumar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 8 milhões de pessoas morrem por ano vítimas do tabagismo, e ainda afirma que, a doença é considerada a principal causa de morte que pode ser evitada em todo o mundo. Contudo, mesmo com a constante diminuição do uso no Brasil, o país ainda ocupa o oitavo lugar no ranking mundial de número de fumantes, totalizando 18,2 milhões. Com isso, deduz-se que, o hábito esta fortemente presente na sociedade e nota-se que há desconhecimento dos malefícios do uso, tal que contribuem para a persistência da problemática.

Como antes mencionado, tem-se o desconhecimento de grande parcela da população sobre os malefícios do tabaco, ainda que possua nas embalagens imagens ilustrativas sobre as consequências causadas pelo uso do cigarro, sendo elas: surgimento de doenças respiratórias ou de alguns cânceres, como o câncer de pulmão. O ato de fumar tornou-se um problema de saúde pública, uma vez que afeta não só quem fuma, mas também os considerandos “fumantes passivos”, os quais não fumam, porém, vivem em contato com a fumaça, sendo expostos a doenças causadas pelo fumo.

Portanto, é de extrema necessidade que medidas sejam adotadas no intuito de atenuar tal problemática. Logo, cabe ao Ministério da Saúde junto das instituições de ensino criarem campanhas no intuito de desconstruir o hábito de fumar e desnaturalizá-lo entre os jovens, e cabe a mídia a criação reportagens alertando dos prejuízos do uso de cigarro, tendo em vista a diminuição a desinformação  e a contribuição para a diminuição da taxa de fumantes.