Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2020

Durante o século XX, o cinema era uma das fontes mais importante e famosa de entretenimento para a geração daquela época ainda mais os jovens. Com isso, a cinematografia foi um ponto crucial para ditar as tendências desse século ainda mais entre as décadas vinte e oitenta, quando surgiu a romantização pelo ato de fumar. Os adolescentes dessas décadas projetavam na cabeça que o fumo iria trazer benefícios como relações sociais e melhorar a saúde mental, porém era extremamente o contrário e isso foi revelado depois de anos de popularidade do cigarro com uma pesquisa. Infelizmente, mesmo com a descoberta o ato de tragar ainda é recorrente.                                                             Segundo Frank Capra, “Não siga tendências, faça as tendências começar.” Nesse sentido, ao mesmo que começou a normalizar o fumo também é preciso agora que a tendência seja erradicar o uso do cigarro, entretanto o governo brasileiro não se prontifica tanto sobre esse assunto. Visto que ainda, com a lei aprovada desde 2011 de anti-fumo que resigna a saída das propagandas de fumo, conforme os dados da folha de São Paulo, 1 a cada 10 brasileiros é fumante. Então, até sem influência o uso é contínuo, sendo assim o cigarro presente nos dias de hoje seria mais por conta do vício que é uma piores consequências do tabagismo. Além disso, a ação de fumar desencadeia outros vícios que podem ser letais para o fumante.                                                                                                                                    Vale ressaltar sobre o quão ardiloso o fumo pode ser para se transformar em um fator de risco chave que provoca variadas doenças. Com 4.700 mil substâncias tóxicas que geralmente são encontradas no cigarro, o pulmão acaba enfraquecendo cada vez mais com o tempo e atinge mais órgãos depois acontecendo o mesmo, por isso que desencadeia vários tipos de câncer,infarto, hipertensão arterial, catarata e infertilidade na mulher. Isso pode acontecer com os não-fumantes também que teria 30% de chance essas doenças, já que inala dos fumantes que estão no mesmo ambiente.                                                                                                                                                                        Portanto, é necessário que o governo junto com o ministério da saúde coloque um alto orçamento em clínicas de reabilitação e incentive mais palestras de ex usuários nos centros de ajuda para uma melhoria no número de fumantes. Ademais, a mídia deve propagar mais campanhas contra o uso do cigarro para as pessoas perceberem que não é normal a prática. Além disso, as escolas precisam criar palestras sobre esse assunto para notificar desde cedo o cidadão.