Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2020

As mortes do século XXI.

O tabagismo no Brasil está presente na história da sociedade desde o século XV, pois fumar era um ato comum praticado pelos povos indígenas. Porém no mundo contemporâneo, essa prática acabou se transformando em dependência física e psicológica, por ação da nicotina-  principal substância psicoativa encontrada na fórmula do cigarro. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tabaco é uma das principais causas de mortes evitáveis em todo o mundo. Visto isso, mostra-se relevante um debate mais amplo sobre esse mal que engloba cerca de 24,6%  de dependentes da população brasileira e ao final apontar medidas de combate do tabagismo.

Em primeiro lugar, cabe pontuar os diversos tipos de danos à saúde devido a essa “epidemia”. Consequentemente, o cigarro pode resultar em cerca de 50 doenças diferentes, muitas delas incapacitantes e fatais, como câncer, problemas bucais, doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas e tumores malígnos. Em vista disso, manifestações e impactos negativos podem ser desenvolvidos. Diante desse contexto, vale enfatizar que os fumantes passivos e não fumantes, bem como sofrem consequências, ficando assim, expostos aos componentes tóxicos e cancerígenos presentes na fumaça ambiental do tabaco. Prova disso são as mortes por doenças atribuídas. Dessa forma, para melhorar a qualidade do ar e evitar problemas a essas pessoas, a Lei Anti Fumo proíbe fumar cigarros e outros produtos derivados do tabaco em locais de uso coletivo, públicos ou privados, de todo o país.

Ademais, é notório destacar-se, que os males desse problema podem levar a morte. De acordo com a matéria publicada pela Organização Pan-Americana da Saúde OPAS, o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas a cada ano, enquanto 7 milhões dessas mortes são resultados do uso direto do cigarro. Entretanto,  o crescente número de tabagistas recentemente, são jovens antes do 18 anos de  idade com início ao vício. Sendo assim, infelizmente esse hábito malífico ainda faz parte de nossa sociedade e persiste sendo utilizado apesar da resultância negativa.

Diante do exposto, faz-se necessário que decisões sejam tomadas para descrescer o quadro atual. O Ministério da Saúde juntamente com o Governo Federal, estabeleçam a proibição da venda nacional de cigarros. Outro assim, cabe aos Órgãos de Saúde  pública, estipular um bom tratamento aos dependentes químicos em clínicas e hospitais apropriados. É indispensável a implantação de palestras e propagandas que devam orientação e prevenção , responsabilidade do Ministério da Saúde junto com a mídia. Assim, a sociedade se livrará desse mal e as gerações seguintes serão mais conscientes.