Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 17/08/2020
O uso do tabaco está presente na sociedade pelo menos desde o século XV, a substância se origina de uma planta da região dos Andes onde já era utilizado por tribos de índios. Ao chegar no Brasil por meio de migrações indígenas, era usado em rituais e para tratamentos medicinais. As maneiras como decidiam aplicar eram diversas: comiam, bebiam, mascavam, aspiravam, mas a principal delas era o fumo que ,até hoje, sua dependência é um dos causadores de mais de 40 enfermidades, dentre elas estão vários tipos de câncer (pulmão, laringe, esôfago), doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, aneurismas tromboses) entre outros, que afetam não só o Brasil mas o mundo inteiro.
De acordo com psicólogos as pessoas têm diferentes razões ou motivos para fumar, a maioria dos fumantes acendem o primeiro cigarro por curiosidade, a influência dos amigos, ídolos e pessoas próximas que exercem uma posição de exemplo acabam os incentivando negativamente a experimentar esse meio de prazer imediato. Por causa da busca por aceitação social grande parte dos fumantes tornam-se dependentes da nicotina antes mesmo dos 19 anos de idade, e por serem jovens tendem a ser mais persuadidos tanto para práticas boas quanto ruins. O que no começo é uma pequena experiência no futuro pode ser a causa de uma morte precoce.
Decerto que além dos sintomas físicos, os usuários do tabagismo também podem desenvolver transtornos, a nicotina tira a fome, prejudica o paladar e causa inflamação em todas as vias aérea. Atividades sociais, de lazer ou proficionais são abandonadas ou reduzidas devido ao consumo da substância. Com o tempo a tolerância chega e com ela, a necessidade de aumentar gradualmente a quantidade de tabaco ingerida para atingir o efeito desejado. Uma pesquisa revela que apenas 5% dos que tentam parar de fumar sozinhos conseguem após um ano.
Portanto, é importante que o incentivo ao não consumo de cigarros e outras drogas sejam feitos com mais frequência, através das mídias sociais, palestras abertas à população,com o intuito de alertar os efeitos prolongados da nicotina. Ademais faz-se necessário o encorajamento do monitoramento médico e a participação em grupos de apoio aos que desejam a abstinência da droga. Além de outros meios que podem contribuir para a diminuição do consumo, alguns deles são usar produtos de reposição de nicotina, como chicletes e adesivos porém sem fumar ao mesmo tempo,
reduzir o uso de cigarros por dia progressivamente, mudar hábitos que reforcem o vício, informar a família para que possam encorajar a pessoa a não desistir e o mais importante, pedir ajuda a médicos e psiquiatras para que a saúde mental e física melhorem.