Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 17/08/2020
A utilização do tabaco se iniciou no ano 1.000 antes de Cristo, em sociedades indígenas da América Central, em rituais religiosos e curandeirismo. No século XVI o uso do tabaco se disseminou pela Europa, com fins medicinais, e no século XIX passou a ser fabricado em forma de cigarro. Nas décadas de 20 a 80, o cigarro foi muito utilizado por conta da influência dos famosos e da retratação positiva da mídia. Nesse momento, foi possível observar como o cigarro afetou a saúde das pessoas.
Segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde, 9,3% dos brasileiros afirmavam ser fumantes em 2018. A quantidade de fumantes diminuiu 40% no país, entre 2006 e 2018. Muitos começam a fumar ainda jovens, na adolescência, por meio da influência dos pais, amigos, da mídia e até de seus ídolos. Ou para se encaixar em determinado grupo que se tem admiração.
O cigarro, além de causar doenças respiratórias e outras como AVC, impotência sexual e câncer de pulmão, também favorece a problemas familiares e econômicos, já que uma pessoa viciada em fumar, fuma várias vezes ao dia, podendo gastar até R$10 mil por ano. “No Brasil, 428 pessoas morrem por dia por causa da dependência a nicotina” segundo o site do INCA.
Evidencia-se, portanto, que medidas são necessárias para combater esse problema. Para isso, o Ministério da Educação poderia inserir na grade escolar, pequenas aulas de conscientização aos alunos sobre o risco do vicio em cigarro, podendo tratar também sobre outros vícios. O Ministério da saúde poderia construir clinicas de reabilitação e suporte aos fumantes, contando com terapia e profissionais da área da psicologia para ajudar no período de abstinência e ajudar a tratar o vício.