Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/08/2020
Entre as décadas de 40 e 80 fumar era sinônimo de glamour e autoconfiança para jovens e adultos, onde artistas nacionais e internacionais como Ana Maria Braga e Sylvester Stallone apareciam em filmes e comerciais de televisão praticando esportes ou “aproveitando a vida”, dando enfase ao uso do cigarro. Entretanto, após anos de pesquisa e experiências vivenciadas pelas pessoas na pratica, foi evidenciado pela ciência tamanho malefício que tal droga causa em quem á usa ou quem lida de forma indireta com a mesma.
Todos os anos morrem cerca de 7 milhões de pessoas pelo uso do cigarro. Tal problemática vem se agravando cada vez mais pelo fato de que entre as mais de 4.700 substâncias toxicas contidas nele a droga psicoativa principal delas, nicotina, faz com que conforme o uso da substância se torne cada vez mais comum, no cérebro do fumante sejam liberados hormônios que dão origem ao prazer e ao relaxamento momentaneamente, dificultando cada vez mais com o passar dos anos fique mais difícil de parar com o vício, que provoca doenças pulmonares e cardíacas como câncer de pulmão e insuficiência cardíaca, entre outras.
Com o intuito de sanar tal adversidade, existem programas como a Agenda 2030 da ONU, que visa acabar com a pobreza e a fome em todos os lugares, tendo como um dos objetivos principais diminuir em 1/3 o uso do tabaco em geral no mundo. Porém, além de projetos designados para acabar com o tabagismo, tal problemática se torna mais difícil de se resolver devido à atividades ilícitas no mercado negro relacionas ao uso da droga, que movimenta mais de 10 bilhões de dólares todos os anos.
Logo, para que tal deficiência seja realmente sanada, é preciso que haja um real empenho por meio de órgãos e ministros da saúde de todos os países, e não só da Organização Mundial da Saúde, além de reforçar patrulhas em fronteiras e regiões onde ocorrem maior movimento de atividades ilegais relacionadas a fabricação e a revenda ilegal desses produtos.