Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 17/08/2020

No século passado, era quase que inevitável adultos não usufruirem com frequência de drogas lícitas, como o cigarro, uma vez que esses hábitos eram considerados completamente inofensivos, além de terem se tornado moda. Hoje em dia, essa geração passada se torna vítima dos efeitos do tabagismo em seu tempo, dado que as consequências dessa prática só vieram à tona há pouco tempo.

Observar as dificuldades enfrentadas por essa geração de idosos que fazia uso constante dessas substâncias deveria servir de exemplo para os jovens atuais evitarem essas adições, todavia, não é isso que tem acontecido. De acordo com o Vigitel, em 2018, 9,3% da população brasileira ainda tinha o hábito de fumar.  Pode parecer pouco, mas quando aprendemos sobre os danos desse vício, o objetivo deveria ser diminuir esse número ao máximo.

Para clarificar, o cigarro afeta o fumante ativo, tanto quanto o passivo, de muitas maneiras; dentre elas estão o desenvolvimento de diversos tipos de câncer como o de pulmão e rins, doenças respiratórias, além das cardiovasculares. Além do mais, as mortes passam dos 8 milhões por ano, sendo 1,2 milhões só de fumantes passivos. Isso é inadmissível, visto que o tabaco é considerado a maior causa evitável de doenças. Ainda convém lembrar que de acordo com a OMS, o número de fumantes passou dos 1,1 bilhão de pessoas, ou seja, quase 20% da população global.

Em vista dos argumentos apresentados, é evidente a urgência de medidas de intervenção. O governo deve investir em políticas contra o uso dessas drogas lícitas, reforçando sua problemática e suas consequências, mostrando à população quão perigoso esse hábito pode se tornar, chegando até mesmo a fatalidade; além de diminuir o investimento na produção e publicidade dos cigarros. Dessa forma, haverá uma considerável diminuição no consumo do tabaco, em vista que o prejuízo que o mesmo causa para o fumante, tanto em questão de saúde quanto financeira, é absurdo, porém evitável.