Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 17/08/2020
Já não é novidade que o tabagismo assola a todos nos dias de hoje, sejam os consumidores dele, ou até os que inalam sua fumaça de forma passiva, resultando problemas futuros na saúde de quem “entra” em contato com suas substâncias tóxicas frequentemente.
Mesmo sendo um assunto comentado até hoje, o tabagismo, e o seu fumo por meio de diversos produtos (cigarros, charutos, cigarrilhas), ja é uma prática antiga, tendo-se origem na América Central e era amplamente usado por indígenas da região com a finalidade de espantar mosquitos. Apenas no século XVI com a chegada dos espanhóis que o tabaco foi levado para a Europa e começou a ser usado da maneira que conhecemos.
Os efeitos ao longo prazo do consumo do tabaco são extremamente prejudiciais a saúde, causando assim diversas doenças, como câncer (pulmão, faringe, estômago), problemas respiratórios (bronquite crônica, asma), doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, infarto) e muito mais problemas causados por substâncias nocivas presentes no cigarro, por exemplo.
Infelizmente não são apenas os consumidores do tabaco que acabam por desenvolver tais doenças, mas também quem está em contato com os fumantes, os chamados fumantes passivos, que ao permanecerem em contato com a fumaça são expostos a diversos componentes químicos, o principal é a nicotina, responsável pela dependência química do fumo.
O tabagismo causa mal a todos, aos que fumam e aos que não, e é um grande malefício para a sociedade no geral, por isso, deve-se ter um forte controle de preços imposto pelo governo aos que desejam comprar um cigarro por exemplo, desencorajando várias pessoas e tornando esse produto mais caro. Também deve haver uma maior fiscalização Estatal na questão de fumar em lugares públicos, com mais guardas na rua, para que não haja um grande número de fumantes passivos, com leis que confirmam penas mais rigorosas a fumantes que não respeitam ambientes públicos.