Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/08/2020

Ao longo do tempo, o mundo passou por muitas adequações de hábitos e práticas que entraram e saíram de moda em algum momento e, um destes, é o ato de fumar. Atualmente, já foram feitos inúmeros estudos e pesquisas que comprovam os diversos problemas e consequências do tabagismo tanto para os próprios fumantes quanto para aqueles com quem convivem e até mesmo para o meio ambiente. Certamente, há toda uma questão econômica em torno do assunto assim como problemas de saúde que tais usuários podem vir a ter com o uso constante de cigarros.

Além da grande dependência causada pela nicotina, um cigarro pode vir a ter outros 4.700 tipos distintos de substâncias nocivas sendo 60 delas consideradas cancerígenas, fato que justifica o alto índice de doenças desenvolvidas a partir do vício no fumo como, por exemplo, câncer de pulmão, enfisema pulmonar, aneurismas, úlceras no aparelho digestivo, dentre outras. Ademais, os cigarros podem ser prejudiciais para os chamados “fumantes passivos” que, como remete ao próprio nome, não usufruem da droga porém inalam constantemente a fumaça daqueles que a utilizam. A natureza também não está imune a este problema que assola a sociedade, visto que a produção de tabaco polui o ar, a água e o solo e o cultivo da erva produz um enorme desmatamento do meio natural.

Entretanto, o tabagismo é um ramo que traz diversos lucros e movimenta uma grande parte da economia brasileira. Por esse motivo, tornar o fumo uma atividade ilegal não é de interesse do governo e muito menos das empresas que fabricam tal produto, pois boa parte do racionamento seria desfeita. A indústria do tabaco auxilia também no emprego de milhares de pessoas por todo o país gerando assim mais renda para o governo investir nos serviços públicos do Brasil.

Portanto, palestras para conscientizar as pessoas dos riscos desse vício para elas mesmas, para os outros e para o meio ambiente poderiam ser feitas em escolas, hospitais e em outros locais, a fim de diminuir a utilização do cigarro. O papel da mídia nesse contexto é indispensável, podendo ser feito com a aplicação de propagandas e comerciais contendo informações sobre grupos de apoio e de ajuda no geral para os dependentes químicos. Aumentar o valor do produto também é uma boa alternativa para a diminuição da compra sem afetar tanto a economia do país e, ao mesmo tempo, priorizar o bem estar da população.