Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/08/2020
É notório que o tabagismo é um prática global, já que de acordo com a Organização Mundial de Saúde, existem cerca de um bilhão de fumantes no mundo. Porém, a popularidade da prática não oculta ou diminui os riscos envolvidos para saúde, como exposto por levantamentos da OMS. Nos quais verificou-se que o tabagismo é responsável por 200 mil mortes anuais, de forma direta ou indireta , devido aos problemas ocasionados do uso de cigarros ou similares , e das consequências desses no organismo de usuários, e de outras pessoas expostas a tais produtos.
Além do câncer de pulmão que é citado de forma recorrente como consequência do fumo, existem outros inúmeros problemas decorrentes da exposição ativa, ou mesmo a passiva, ao fumo. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, entre os problemas mais graves relacionados ao fumo estão às doenças coronárias e circulatórias , que segundo à ANVISA, são mais comuns em fumantes.
Ademais, problemas decorrentes de enfermidades como doenças coronárias ou circulatórias, deixam sequelas graves à saúde, segundo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, quando não levam ao óbito. Tal fica exposto, de acordo com a mesma, quando observa-se que o tabagismo é responsável pela morte de 40% dos fumantes antes dos 65 anos por enfermidades coronárias como o infarto , além de fumantes serem mais propensos a desenvolver problemas circulatórios que podem desencadear amputações nos piores casos.
Diante do exposto, fica clara à necessidade de ações do governo a fim de diminuir o uso e o acesso à produtos ligados ao tabagismo. Tais medidas devem ser implantadas por meio do Congresso Nacional e das Assembleias legislativas estaduais, na forma de projetos de lei que proíbem à publicidade destes produtos de forma ampla de forma direta e indireta. Como também devem criar projetos que fortaleçam programas sociais de conscientização sobre os riscos do fumo e de atendimento a indivíduos que apresentam dependência.