Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/08/2020
Em 1830, para manter a lucratividade do comércio britânico, os ingleses costumavam comercializar ilegalmente o ópio para a China e, muitas das vezes, forçavam o seu consumo, provocando dependência química na população asiática. Paralelo a isso, é fato que o momento histórico apresentado pode ser relacionado com a contemporaneidade do mundo, uma vez que a prática da venda do tabaco para a utilização pode causar sérios problemas e consequências. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes que auxiliam na problemática: a política de saúde ineficazes e a influência dos agentes externos. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
É relevante abordar, primeiramente, as políticas ineficazes como um dos complicadores do problema. Nesse contexto, de acordo com a Agenda 2030, uma coleção de metas criadas pela Assembleia das Nações Unidas, tem, como uma das medidas, o alcance da saúde e do bem-estar social. No entanto, o que se observa na realidade é o oposto do que a Agenda propõe, uma vez que o tabaco contém mais de 4000 substâncias tóxicas, de acordo com o blog “Sesifarmácia”, e, mesmo assim, é vendido nas prateleiras do comércio capitalista. Dessa forma, é evidente que os programas que garantem a saúde da sociedade são ineficazes para combater o tabagismo.
Além disso, vale também ressaltar a influência dos agentes externos como um forte ponto para a problemática. Isso é retratado na série televisiva “Peaky Blinders”, em que uma gangue inglesa de grande poder aquisitivo estão constantemente consumindo derivados do cigarro, o que seria um exemplo a seguir para as crianças da narrativa. Sendo assim, é certo que isso mostra como que os agentes externos podem induzir os mais jovens ao tabagismo.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Nessa lógica, é imperativo que os Agentes da Saúde, por meio das verbas governamentais, criem programas preventivos para intervir nas pessoas pré-dispostas ou que já são dependentes ao uso do cigarro, buscando desenvolver a conscientização dos problemas para a saúde, além disso, desenvolver valores que correspondem a uma vida saudável. Somente assim, a médio e longo prazo, será possível proteger o futuro de toda população e evitar os desastres que aconteceram com a população chinesa de 1830.