Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 17/08/2020

Sabe-se que, atualmente, o tabagismo se tornou algo comum e pouco monitorado. Segundo a OMS, uma em cada cinco pessoas no mundo fuma, além de 7% dos jovens entre 13 e 15 anos estarem incluídos na taxa de usuários. O tabagismo é uma doença resultante do vício da nicotina, presente no cigarro, narguilé, charuto, entre outras drogas lícitas que são fumadas e derivadas da folha de tabaco.

É necessário ressaltar que, essa dependência pode causar doenças respiratórias, cardiovasculares e diversos tipos de câncer. Além de apresentar alguns sintomas quando o indivíduo para de fumar, como por exemplo, agressividade, dor de cabeça, tosse, tonteira, entre outros.

Vale ainda lembrar que, os riscos de abstinência e ganho de peso são comuns após a falta de tabaco no organismo, além de desencadear as possíveis recaídas e os efeitos colaterais. Ademais, o fumo constante da mulher grávida pode colocar a vida do bebê em risco, com a possibilidade do aborto involuntário, e causar deficiências físicas se a criança conseguir sobreviver até o parto.

Sendo assim, o tabagismo é um assunto que precisa ser abordado tanto nas escolas, como dentro de casa em família, para que sirva de aviso para os jovens sobre os riscos de saúde e de todas as consequências. A venda de drogas feitas com tabaco deveriam ser proibidas, e passarem de lícitas para ilícitas, pois além do índice de mortes anuais no Brasil, doenças e os gastos com os tratamentos, o fumo também danifica o meio ambiente, fazendo com que florestas sejam devastadas e sejam incapazes de recuperação.