Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/08/2020
Tabagismo é o ato de consumir cigarros ou outros produtos em que o princípio ativo é a nicotina. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que “o tabagismo deve ser considerado uma pandemia, já que, atualmente, morrem, no mundo, oito milhões de pessoas, por ano, em consequência das doenças provocadas pelo tabaco”. Enquanto cerca de 1,2 milhão é resultado de pessoas expostos ao fumo passivo. Assim é valido afirma que os aspectos culturais e desconhecimento é o principal estímulo ao uso dessa substancia.
Em primeiro lugar, um agente importante para o sucesso do cigarro é a atribuição de ascensão social. Dessa maneira, similar à teoria da indústria cultural, proposta por Max Horkheimer, o tabaco foi uma forma de lucrar principalmente por meio da idealização do produto. Assim, com a participação de figuras públicas em propagandas o tabagismo foi alvo do consumo em massa e, ao longo dos anos, tornou-se rotina comum no cotidiano.
Em segundo lugar, pesquisas cientificas confirmam que o uso constante e excessivo do cigarro pode provocar diversas doenças, como câncer de pulmão, infarto, AVC, tornando, assim um enorme problema de saúde pública. De acordo com a OMS o uso de tabaco é uma epidemia é deve ser reconhecida como uma das maiores ameaças à saúde pública que o mundo já enfrentou, sendo responsável por mais de 8 milhões de mortes de pessoas por ano, tanto fumantes passivos quanto ativos.
Diante desse cenário, fica evidente, a necessidade de políticas para diminuir o número de fumantes no Brasil. Nesse sentido, cabe o Ministério da Saúde, em parceria com postos de saúde em todo o Brasil, promover campanhas de combate ao fumo, a serem realizadas por profissionais de saúde e meios midiáticos, com o objetivo de promover o conhecimento à população e amenizar o número de doenças provocadas por tabaco.