Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 13/08/2020

No que concerne à realidade brasileira, de acordo com o site g1.globo, o número de fumantes no Brasil caiu de 15,6% pra 9.3% entre os anos de 2006 a 2018, e com isso é perceptível que o número de doenças respiratórias diminuiu também, mas ainda assim os números relacionados ao Tabagismo no Brasil  preocupam o Ministério da Saúde.

As pessoas não só no passado, com atualmente buscam o consumo do cigarro por inúmeros fatores, dentre eles dependência psíquica, a publicidade direta e indireta, que fornece uma falsa imagem de que o cigarro está associado ao bom desempenho esportivo, ao sucesso, à beleza e à liberdade. Outros fatores como o fácil acesso, o preço baixo e a tentativa de serem aceitos por grupos de amigos fumantes são algumas das estratégias da indústria do tabaco para que as pessoas passem a consumir seus produtos. Por último, o fato dos jovens se espelharem em seus pais ou em ídolos também pode corroborar para o jovem se tornar um futuro dependente de nicotina.

Sabe-se que o uso do cigarro causa uma série de doenças, dentre elas vários tipos de câncer, algumas doenças no aparelho respiratório, doenças cardiovasculares, além de complicações como a infertilidade na mulher, catarata, impotência sexual nos homens, entre outras.

Embora seja notório que o uso do cigarro causa mal à saúde por seu consumo direto, não podemos deixar de destacar que o seu cultivo, com o uso de agrotóxicos nas lavouras causam danos não somente à saúde, como ao meio ambiente, como não é diferente a sua industrialização, que traz as mesmas consequências.

Logo, tendo-se  em consideração o uso e as doenças causadas pelo cigarro, é notável que medidas mais enérgicas devem ser tomadas. O governo, juntamente com os órgãos competentes, deve conscientizar as pessoas, por meio de campanhas de conscientização. As emissoras de televisão, junto com o INCA, devem criar comerciais que mostram os malefícios do uso do tabaco, assim os fumantes terão uma vida saudável.