Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 13/08/2020

Durante o período colonial, a família real passou a cultivar o tabaco para fins medicinais e logo esse tornou-se símbolo de “status” social. Após séculos, a indústria tabagista enraizou na mente da sociedade de que o fumo é “elegante”, de acordo com o verso “eu vejo o futuro repetir o passado” de “O Tempo Não Para” de Cazuza, o tabagismo não é um problema atual e irá estender-se por mais anos. De modo para que ocorra a diminuição das problemáticas e suas respectivas consequências causadas pelo fumo, é imprescindível que haja uma intervenção governamental junto à OMS.

Visto que, a indústria do tabaco a cada ano busca elaborar e investir em propagandas que transmitam algo “benéfico” do cigarro, fazendo anúncios com médicos e celebridades para atrair todos os tipos de clientes. Entretanto, há países em que essas publicidades são proibidas com o intuito de restringirem o fumo, por causa dos fatores desencadeados pelo mesmo. Porque das 4,7 mil substâncias químicas contidas na fumaça do cigarro, 60 são cancerígenas e a nicotina é a responsável por causar dependência química e psicológica, em excesso no organismo ela provoca o tabagismo.

Além disso, os fumantes ativos além de contraírem doenças, afetam a comunidade de forma econômica negativa e causam problemas ambientais. Em suma, parte do PIB brasileiro é investido nos setores da saúde para tratar as patologias cancerígenas e coronarianas provocadas pelo tabaco, o INCA desempenha papel fundamental no combate ao tabagismo, sobretudo neste momento de COVID-19, em que fumar tornou-se um fator de risco. Ademais, danos ambientais gerados através de incêndios nas rodovias por conta das bitucas de cigarro, demonstra a falta de conscientização dos motoristas por aumentar a emissão de carbono na atmosfera.

Destarte, a fim de cessar as questões e os efeitos do tabagismo, é primordial que todos os países vetem os comerciais sobre cigarros para reduzir o incentivo ao fumo. A fim de solucionar os impactos ambientais, o IBAMA junto às autoescolas devem criar novas leis de trânsito, em que seja proibido fumar ao volante, o que contribuirá para a redução de incêndios nas rodovias. Para tratar sobre a economia, a OMS junto às escolas devem elaborar palestras para informar os jovens sobre os malefícios do tabaco, fortificando a luta do INCA no combate ao tabagismo desde cedo.