Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 13/08/2020
O uso do tabaco esta presente na sociedade desde o século XV com o consumo de cigarros ou paieiros, e com o passar dos anos surgiram os narguilés e cigarros eletrônicos, que são mais populares entre os jovens. Sendo expostos diversos problemas ocasionados pelo uso frequente de tabaco por parte de fumantes ativos e passivos, e outros fatores também frisados em campanhas de saúde, uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde aponta que o uso do tabaco reduziu quarenta por cento nos últimos doze anos.
Evidentemente, são diversas as enfermidades ocasionadas pela dependência física e psíquica da nicotina. Tal substância faz com que o indivíduo fume cada vez mais, desse modo, são introduzidas substâncias cancerígenas no organismo do mesmo. Sendo dois dos canceres mais comuns em fumantes, o câncer de pulmão e laringe, dentre os tratamentos estão cirurgias, radioterapia e quimioterapia, mas de acordo com o estágio do paciente, a doença pode levar a morte. Outra doença comum presente entre fumantes esta o enfisema pulmonar, que causa falta de ar e a sensação de não estar inalando ar suficiente mas, não é uma doença tão fatal quanto o câncer.
Visto que os componentes do tabaco são extremamente tóxicos e causam não só problemas para os fumantes ativos e passivos, como também inúmeros danos ao meio ambiente correlacionados não só à fumaça tóxica do mesmo, mas também à prática da fumicultura que utiliza-se de agrotóxicos para a manutenção a lavoura de fumo. A utilização de tais substancias na produção do tabaco causam não só danos aos trabalhadores diretos como contaminam o solo, fontes de água e as populações proximais.
Em síntese, o governo, através do Ministério da Saúde, adota várias medidas contra o tabagismo, como propagandas de conscientização contra o uso da nicotina, leis que limitam o uso do cigarro em determinados ambientes, mas isto não tem sido tão eficaz. Logo, novas medidas são necessárias para combater o uso e danos causados pelo tabagismo. O ministério da saúde deve disponibilizar programas de reabilitação, por meio de clínicas e remédios receitados distribuídos gratuitamente em postos de saúde, para dar a chance de uma vida saudável à todos os fumantes. Cabe também ao Ministério do Meio Ambiente, por meio de inspeções realizadas por profissionais da sáude e meio ambiente, assegurar que as fabricas e plantações de fumo não estejam danificando nenhum corpo fluvial e o ar de comunidades próximas, como forma de garantir o bem estar de todos. Dessa forma, espera-se que o número de mortes e impactos ao meio ambiente relacionados ao ecossistema diminuam gradativamente.