Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 13/08/2020

Muito discute, hodiernamente, sobre o tabagismo no século XXI e suas consequências. No entanto, vale discutir que tornou-se algo comum entre os jovens brasileiros. Outrossim, é importante analisar os problemas causados por esse vício precoce, que podem levar à morte. Dessa forma, causando despesas para as famílias e ao governo.

Em primeira instância, é importante discutir o quão precoce vem sendo iniciado esse vício, expondo o usuário à problemas futuros. Sabe-se que no Brasil estima-se que 18,5% dos adolescentes brasileiros entre 12 e 17 anos, ou 1,8 milhões de jovens, já experimentaram cigarro, de acordo com estudo feito pelo Ministério da Saúde. Ademais, examina-se que um dos fatores para o início do tabagismo seja os altos níveis de impulsividade presente nos adolescentes, segundo pesquisa feita pela Universidade de Montreal.

Além disso, sabe-se que esse vício tem sido causa de mortes e, em relação a isso, temos que o tabagismo mata mais de 200 mil pessoas por ano no Brasil, segundo pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Câncer. Existem, ainda, os danos causados aos familiares, além da perda, estima-se 1,4 trilhões de reais de gastos do governo e da família, segundo Ministério da Saúde. Esses fatores evidenciam a urgência de discussão sobre essa temática entre os brasileiros.

Diante dos fatos apresentados, infere-se, então, que medidas são necessárias para mitigar essa problemática. Destarte, é mister ao Ministério da Saúde investir em campanhas nas escolas que previnam o início do uso do tabaco entre os jovens, por meio de rodas de conversas com auxílio de profissionais especializados na área, dessa forma, garantindo a redução no número de mortes, despesas e usuários de tabaco. Faz-se necessária a criação de leis que garantam psicólogos e médicos remunerados para trabalhar com esse grupo e suas famílias em unidades básicas. Com isso, espera-se que o tabagismo deixe de ser comum e torne-se menos corrente na sociedade brasileira.