Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 17/08/2020
O uso do tabaco nas décadas de 20 á 80 era representado como forma de poder e riqueza em cinemas, propagandas e novelas. Porém, na época não tinha-se o conhecimento sobre os malefícios causado pelo uso excessivo do cigarro, por exemplo, é uma doença que atinge de maneira agressiva os polmões em consequência mais propícios a problemas respiratórios.
Por consequência, da intervenção da OMS em alegar os males do uso do cigarro, obteve-se uma redução por partes dos fumantes mais adultos. Entretanto, as industrias de tabaco visão o público jovem, em virtude de, outros tipos de cigarro, como por exemplo narguilé e cigarros eletrônicos que também possuem componentes viciantes, assim como, a nicotina possui um alto poder viciante com grande probabilidade de torna-se um adulto viciado.
Destaca-se, o uso do cigarro não é apenas prejudicial ao usuário, no entanto ao ser inalado por outra pessoa que compartilham o mesmo ambiente, usuário passivo, pode obter os mesmos problemas que um fumante. Logo, ambos os lados terão problemas respiratórios, doenças cardiovasculares e propícios a maiores riscos de contrair a coronavírus.
Destarte, medidas públicas são necessárias para reverter tal cenário. É fundamental, portanto, a intervenção do Ministério da Saúde junto com o Estado, com a criação de campanhas de conscientização sobre os riscos para saúde e com clinicas de apoio. Todavia, cabe a mídia realizar propagandas, afim de proporcionar um melhor caminho as noticias para que chegue nos dependentes quimicos. Então, conseguiremos garantir um boa qualidade de vida, que de fato, será sadia para todos.