Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 27/08/2020
Desde a chegada do homem branco à América o tabaco já era utilizado pelos índios em seus rituais religiosos e nas suas confraternizações. Ao longo do tempo ele se tornou um produto de luxo. Porém, hoje é visto de outra maneira. Ora, tanto como uma forma de condenação à saúde humana como com um vício complicado.
Esse prejuízo à saúde é observado de inúmeras maneiras. Como o famoso Ex-Beatle, George Harrison, conhecido não só por suas composições mas também pelo seu vício em cigarros, vício esse que lhe causou um câncer e, consequentemente, sua morte anos depois. Assim, é perceptível a letalidade de tal dependência causando não só câncer mas diversas outras patologias.
Ademais, outro vetor desse atraso é a obsessão que o fumo trás. No cenário do imediatismo atual, conceito proposto por Bauman, o tabaco serve como uma válvula de escape para o estresse do cotidiano. Dessa forma, sendo mais árdua sua reabilitação e viver nesse ciclo eterno por ser mais cômodo.
Portanto, é relevante que essas complicações sejam desfeitas. Sendo assim, é substancial que os centros de atenção psicossocial (CAPS) por meio de campanhas de apoio e ajuda induza os viciados a irem a esses centros e buscarem suporte com o objetivo de serem acolhidos e reabilitados e se sentirem seguros. Além disso, é oportuno que o Estado torne obrigatório nas escolas aulas sobre drogas e álcool pelo PROERD, disponibilizando-o como materia essencial para que assim o fumo seja visto como ele realmente é.