Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/08/2020

Durante o período colonial, os indígenas tinham o costume do uso do tabaco. Naquela época, o cultivo da planta possuía, sobretudo, um caráter medicinal. Atualmente, entretanto, a motivação para o uso de tal substância foi modificada, e o tabagismo, no Brasil, identifica-se como um malefício que precisa ser minimizado. Sendo assim, é correto afirmar que os aspectos culturais e o desconhecimento social são fortalecedores dessa prática.

Atualmente, os malefícios do uso do tabaco são bem claros e até mesmo explícitos nas embalagens do produto. Segundo a OMS (organização mundial da saúde), o  fumante pode adquirir diversas doenças decorrentes do tabagismo, como doenças pulmonares e cardíacas. Além disso, os chamados “fumantes passivos” também  são muito afetados pela fumaça emitida pelos cigarros de tabaco.

O vicio em cigarros de tabaco é muito comum no Brasil devido a grande concentração de nicotina, uma substancia  psicoativa altamente viciante. Essa substância produz alterações no Sistema Nervoso Central, modificando assim o estado emocional e comportamental dos indivíduos.  Depois que a nicotina atinge o cérebro, libera várias substâncias (neurotransmissores) que são responsáveis por estimular a sensação de prazer explicando-se assim as boas sensações que o fumante tem ao fumar.

Sendo assim, é possível afirmar que cabe ao Ministério da Saúde em conjunto com empresas de tecnologia elaborarem cigarros com um teor de nicotina mais baixo e distribuir para a população gratuitamente. Isso diminuiria os efeitos colaterais da droga e evitaria o aumento do numero de viciados. Além disso, o Ministério da educação deveria conscientizar os alunos por meio de campanhas e palestras com ex viciados para ensinar sobre os problemas do uso de tabaco.