Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 11/08/2020
Durante a segunda metade do século XX, o cigarro se popularizou pelo mundo e a prática de fumar tornou-se prestigiada. Atualmente, entretanto, sabemos que esse hábito provoca muitas doenças e pode levar diversas pessoas à morte. Nesse sentido, é possível afirmar que as vítimas do tabagismo crescem no Brasil. Isso se evidencia pelo apelo à aceitação social e aumento do câncer de pulmão.
Em primeiro lugar, segundo Émile Durkheim, fundador da sociologia no século XIX, a necessidade de ser socialmente aceito pode submeter um indivíduo as determinações do seu grupo social. Sob essa análise, é perceptível que padrões incoerentes, como a prática de fumar, são impostos aos jovens para que eles não sofram coesão social. É, pois, inadmissível que um vício seja uma forma de separar e selecionar pessoas de maneira irracional e, potencialmente, letal.
Além disso, de acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS), mais de 50% dos óbitos de pessoas com tumor maligno nas vias respiratórias são consequência do fumo ativo ou passivo. Nessa lógica, é inegável que o cigarro está provocando muitas mortes que poderiam ser evitadas. Dessa forma, infelizmente, diversos dependentes desse vício não conseguem largá-lo, mesmo com vontade e pedidos de familiares, e sofrem com algo fora de seu controle.
Desse modo, é de suma importância diminuir o percentual de fumantes. A mídia, portanto, deve disseminar, de maneira mais efetiva, os riscos desse ato. Isso acontecera por meio de programas sobre os malefícios do cigarro, com o auxílio de verbas do governo para construção de casas de recuperação gratuitas e psicólogos para incentivar o abandono ao tabagismo. Espera-se, com isso, que a população deixe esse vício e tenha uma vida cada vez mais saudável.