Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 11/08/2020
O físico Issac Newton, afirma que para toda ação corresponde a uma reação. Analogamente, a inalação de substancias toxicas e viciantes - a nicotina, o alcatrão e o monóxido de carbono- no organismo certamente é um problema que suscitará em diversas enfermidades. Porém, na contemporaneidade percebe-se a persistência de propaganda de cigarros e a ascensão desse instrumento entre os jovens, consequentemente favorece o acréscimo de doenças para o fumante e a população.
Primordialmente, de acordo com a Lei Antifumo 12.546\ 2011, sancionada em 2014, proibi a publicidade de cigarros nos pontos de venda e nos meios de comunicação em massa. Contudo, as industrias utilizam outros caminhos para promover o seu produto, como a banalização e glamourização do item nas obras cinematográficas, redes sociais e em eventos voltados ao público jovem. Ademais, a diminuição das campanhas antifumo na mídia, radiofônica e televisiva, por exemplo, e a facilidade em adquirir o produto favorecem a admissão da população ao tabagismo.
Por conseguinte, tal ato prejudicará o usuario, as pessoas a sua volta e o governo. Segundo, a Organização Mundial da Saúde, o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano, sendo que cerca de 1,2 milhão são não-fumantes expostos ao fumo passivo. Ademais, doenças como câncer, bronquite, pressão arterial elevada e enfisema pulmonar- efeitos do tabagismo- aumenta a tensão sobre o sistema público de saúde, que em muitos lugares do país não tem estrutura adequada para o tratamento dessas enfermidades. Logo, nota-se um problema de responsabilidade estatal que deve ser resolvido de imediato.
Em virtude disso, para que reações positivas aconteçam com o intuito de diminuir a quantidade de fumante no Brasil, o governo deve impor mais campanhas apelativas contra o fumo, por meio influenciadores popular, como artistas, músicos, atores e youtubers. Além disso,