Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 06/08/2020

O tabagismo é um problema recorrente em todo o mundo, sendo a maior causa do câncer de pulmão, tumor mais registrado no mundo inteiro há mais de trinta anos, entre outros tumores relacionados ao vício. Além de aumentar as despesas públicas em grande escala, o tabaco tem muitos riscos, entre eles as inúmeras substâncias tóxicas na sua fumaça, os danos que pode causar no cérebro como problemas de memorização e a dificuldade na respiração, tudo resultando em uma péssima qualidade de vida.

A deteriorização dos tecidos pulmonares e a falta de cílios nos brônquios fazem com que essas áreas inflamem, causando a bronquite e acarretando estragos muito graves, podendo assim subir para o nível de enfisema pulmonar. Para isso acontecer, basta o grande contato da fumaça e suas substâncias tóxicas, que causam a danificação dos alvéolos pulmonares resultando em dificuldades cada vez maiores na respiração.

O INCA, Instituto Nacional de Câncer formulou o Programa Nacional de Controle do Tabagismo, onde há um tratamento para quem está estacionado no tabaco. O tratamento inclui avaliação clínica, abordagem mínima ou intensiva, individual ou em grupo e, se necessário, terapia medicamentosa juntamente com a abordagem intensiva. Após 10 anos sem fumar, o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou. Quanto mais cedo parar, menos chance de adoecer.

Já é óbvio que fumar tabaco trás muitas consequências tanto para o fumante quanto para a sociedade em si. Porém, entender o que ocorre com o tabagista e suas tentativas de parar de fumar é fundamental para se ter a real dimensão do problema. Além disso a dependência química trás muito desconforto psicológico e físico. A empatia nesses casos é de extrema importância.