Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 11/08/2020

O número de mortes decorrentes do tabagismo apresentou aumento significativo nos últimos anos. Promulgada pela Instituição Nacional de Câncer (Inca), dos cânceres existentes, 13% são pulmonares decorrentes do uso do tabaco. Com isso, pode-se analisar que essa problemática persiste não só pela desinformação social sobre os problemas que o tabagismo pode causar à saúde e ao meio ambiente, mas também pelo uso descontrolado do cigarro.

Desse modo, é importante ressaltar que doenças cardíacas, cânceres, AVC, pneumonia entre outros, são algumas das consequências do uso exagerado do tabaco. Logo, é evidente que o tabagismo afeta não só o fumante, como também o meio ambiente, causando impactos sociais e ambientais que nem a poluição dor ar por meio da liberação de componentes tóxicos, além de doenças que geram mais custos para o cofre público. Pesquisadores afirmam haver um prejuízo em torno de 300 milhões anualmente ao SUS, por conta do tratamento de doenças causadas do fumo.

Cabe mencionar, em segundo plano, a forma que a nicotina, componente presente no cigarro, age em nosso organismo. A fumaça do cigarro é inalada para os pulmões, espalhando-se para o sistema circulatório junto com a nicotina e os milhares de componentes tóxicos presentes no tabaco, que chegam no cérebro em torno de 6 a 19 segundos, promovendo uma sensação de prazer e relaxamento, Afirma pesquisa realizada pelo (INCA). Assim, a nicotina se torna mais viciante que drogas como a cocaína e a heroína.

Posto isso, cabe ao ministério da educação a criação de oficinas que visem propagar por meio da mídia, alertas sobre os problemas que o uso do tabaco causam. Além de financiar verbas para hospitais de rede pública, com o objetivo de garantir atendimento à todos, inclusive as vítimas de doenças causadas pelo tabaco. Com isso, o meio ambiente e a saúde dos fumantes prevaleceram por mais tempo.