Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 05/08/2020
Nos últimos anos, uma das saídas mais procuradas por pessoas com ansiedade ou depressão tem sido o tabaco, mais conhecido como cigarro. É cientificamente comprovado que, o próprio traz sensações de prazer e relaxamento, entretanto, isso geralmente acaba se tornando um vício e acarreta em sérios problemas. Portanto, deve-se estimular campanhas de conscientização, para uma diminuição significativa de fumantes.
Além de causar sérios danos na saúde, com doenças respiratórios como o câncer de pulmão (o mais nocivo), o tabaco é também um problema ambiental. Isso devido a um simples cigarro, que jogado em meio a natureza, pode causar grandes queimadas e estragos. Segundo o INCA (Instituição Nacional do Câncer), o tabagismo afeta o meio ambiente desde seu cultivo, contaminando o solo, a água, e principalmente o ar, visto que, a fumaça com componentes tóxicos e disseminada através dele, e assim, outras pessoas além do usuário são afetadas, os chamados “fumantes passivos”.
Segundo médicos do Hospital Sírio-Líbanes (SP), pessoas que não fumam, tem cerca de 10 anos de vida a mais do que um fumante, e consequentemente menores chances de possuir graves doenças cardiorrespiratórias. É fato também, que o cigarro traz sensações de prazer e libera adrenalina para o corpo, condições que nos fazem bem psicologicamente. Contudo, deve se questionar se essas passageiras dependências serão benéficas á um longo prazo.
Em virtude dos fatos mencionados, considero que seria de suma importância o aumento de incentivo ao fim da prática de fumo à quem pratica. O extinto Ministério do Desenvolvimento Social, poderia atuar na assistência social a todos que tem essa prática e querem deixar esse vício. Cabe ao governo tomar atitudes que possam auxiliar os fumantes, criando institutos com métodos eficazes que possam saciar a vontade do tabaco. Afinal, a pior doença que há é o próprio vício.