Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 05/08/2020
A morte do ator estrelado, Patrick Swayze, mundialmente conhecido ao estrelar Ghost e Dirty Dancing, surpreendeu a comunidade médica da época quando foi anunciado que o artista fumava até 60 cigarros por dia. Fora da realidade hollywoodiana, o uso abundante do tabaco é uma problemática significativa no Brasil, que persegue milhares de habitantes, arrastando-os para uma vida de vícios e perigos, nos âmbitos sociais e de saúde. Com efeito, essas ações tornam-se um risco ao desenvolvimento do país, já que exibe a estruturação do uso do cigarro a partir de influências internacionais, bem como apresenta uma ameaça à estabilidade do sistema público de saúde no processo de lotação.
Mormente, é indispensável destacar que o modelo estadunidense positivista em relação ao consumo de tabaco é um dos entraves para o aumento do uso do tabaco no Brasil. Nesse sentido, após a Segunda Guerra Mundial, baseado no “American Way of life”, a indústria do cinema fabricou uma imagem do fumante como símbolo da virilidade, uma atitude que possibilitou a ascensão do tabagismo e elevou o número de cidadãos que adquiriram doenças provocadas pelo uso em excesso do cigarro. Dessarte, fica exposta a influência negativa que o cinema hollywoodiano propicia à população brasileira. Isso revela uma consequência de atitudes mal analisadas no passado, que, por conseguinte, aponta a despreocupação das empresas privadas quando se trata do vício posterior.
Em segundo lugar, é importante ressaltar que as questões resultantes da manipulação de tabaco afetam financeiramente o desenvolvimento do país. Isso posto, é visível que o número de brasileiros com enfermidades relacionadas ao consumo exagerado do cigarro interfere na funcionalidade do Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que dado ao site G1, em 2018, a maior parte das doenças que sobrecarregavam o complexo público eram encontradas na comunidade fumante. Visto isso, é notório que a quantidade de usuários do tabaco existente atualmente agrava diretamente as condições da economia da nação. Isso ratifica, assim, o descuido governamental com a problemática, além de apresentar o descaso com os sujeitos em pauta.
Portanto, para que o país se torne primeiro mundo em saúde pública e na luta antitabagista, é mister que as mídias sociais, como telejornais, em conjunto com o Ministério da Saúde intensifiquem o processo de disseminação de informações sobre as consequências do uso desmoderado dos cigarros, por meio de campanhas televisivas e anúncios publicitários com linguagem informal e de compreensão básica, com o propósito de alertar a população das decorrências de tais atitudes no cotidiano, como a alta do número de mortes e enfermidades causadas pelo tabagismo.