Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 03/08/2020
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o tabagismo deve ser considerado uma pandemia,ou seja, uma epidemia generalizada e como tal precisa ser combatida; portanto claramente esta doença carece de atenção especializada.
Em suma, a cada ano, sete milhões de pessoas falecem em decorrência do tabaco e cerca de RS$ 1,4 trilhão são desembolsados para tal. Os aborrecimentos em causa de cigarros, por exemplo, não afetam apenas o fumante, ademais problematiza-se o, então chamado, fumante passivo, ou seja, aquela pessoa que convive com o tabagista tal que esta é ainda mais prejudicada pois, segundo Gustavo Gouveia; Diretor Técnico do Inca, o ser que aspira a fumaça está sem o filtro que vem no respectivo cigarro. Desta forma o tabagista não prejudica a outros e, claro, ao meio ambiente em evidência aos casos em que a cigarrilha é descartada sem consciência de que pode-se vir a ocasionar incêndios.
Ademais as perturbações que o tabagista virá a enfrentar são ainda mais assustadores e servem de alerta, tal como o câncer de pulmão que é responsável pelo maior número de mortes em decorrência do câncer. Além disso doenças seríssimas como ‘‘câncer (pulmão, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia), doenças do aparelho respiratório (enfisema pulmonar, bronquite crônica, asma, infecções respiratórias) e doenças cardiovasculares (angina, infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, aneurismas, acidente vascular cerebral, tromboses). Há ainda outras doenças relacionadas ao tabagismo: úlcera do aparelho digestivo; osteoporose; catarata; impotência sexual no homem; infertilidade na mulher; menopausa precoce e complicações na gravidez’’,de acordo com o Inca.
Para tal é necessário que a população seja conscientizada, com campanhas,por exemplo porém publicidades que incentivam ao uso do tabaco