Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 03/08/2020
O consumo do tabaco gera prejuízos para os usuários, de modo a trazer e agravar doenças, principalmente às crianças e adolescentes, além de problemas financeiros e ambientais ao Brasil.
De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), o fumo é responsável por 30% dos cânceres e 90% dos de pulmão. Existem diversos fatores nos cigarros que contribuem para esses dados alarmantes. A fumaça quente, por exemplo, mata muitas células, as quais se regeneram com o passar do tempo. Entretanto, nesse ciclo de morte e recuperação das células, o DNA ali contido pode sofrer uma mutação, assim surgindo o câncer. Ainda em conformidade com dados do INCA, usuários de tabaco começam essa prática cedo, por volta dos 17 anos de idade, o que prejudica o desenvolvimento biológico e social do jovem e torna mais difícil a libertação do uso do produto.
Já para o Brasil, existem dois grandes danos. O primeiro é no âmbito da economia: o país gasta muito mais com o tratamento de doenças ocasionadas pelo tabagismo do que arrecada com os impostos sobre o produto, o que se traduz em um prejuízo de 14,7 bilhões de reais ao ano, segundo o que apresenta o Anuário Brasileiro do Tabaco 2011. E o outro impacto causado na nação é no meio ambiente: fauna e flora nativas são destruídas todos os anos devido ao descarte inadequado dos cigarros. Esses empecilhos evidenciam que o Estado pouco faz para reduzir o impacto do tabaco na sociedade.
Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, em colaboração com influenciadores digitais populares, no meio em que são mais reconhecidos, divulgar vídeos que apoiem a não utilização da droga em questão, de modo a preservar a saúde dos mais jovens. Ademais, o Ministério da Economia deve aumentar os impostos sobre o produto, assim por dificultar seu acesso, de forma a diminuir seu impacto na economia, saúde e meio ambiente, melhorando a qualidade de vida do país.