Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 03/08/2020

“Peaky Blinderes”, uma série produzida pela plataforma digital de filmes Netflix, em que retrata a história de uma família de gângsteres da inglaterra no século 20. Logo, em seus episódios os personagens estão na maioria do tempo tragando cigarros e charutos, podendo interpretar como uma maneira de poder ou “glamuor” da época. Fora da ficção, é evidente, nos dias atuais, que a cultura da utilização do tabaco é definida como forma de prazer, mudando assim o esteriótipo, mas não a sua função e seus riscos. Por conseguinte, o uso excessivo faz com que problemas respiratórios como câncer pulmonar e infarto possam ocorrer com mais facilidade na vida do fumante. Assim, cabe a análise de causas, consequências e se possível solução da problemática.

Em primeiro lugar, observa - se que mesmo com os avisos nas embalagens sobre os riscos do fumo na saúde do ser humano, ainda há consumo deste produto. Uma vez que o indivíduo traga pela primeira vez, seja por aparência ou por curiosidade em experimentar, á substância contida no cigarro, chamada Nicotina, excita o hormônio de dopamina, em que atua no centro de prazer do cérebro, portanto, sendo um dos motivos no qual a pessoa não tem domínio e progride na utilização deste entorpecente sem se preocupar com os alertas dados no envoltório.

Em segundo lugar, o tabaco é um dos causadores das doenças pulmonares, outrossim, prejudica as defesas do organismo respiratório. Em dezembro de 2019 surgiram casos do novo covid na china, no qual, aumentou as proporções se transformando uma uma pandemia, sendo um dos sintomas, á falta de ar, mostra o site Corona vírus. Nesse contexto, os tabagistas entram para o grupo de risco imposto pelo Ministério da Saúde, isso mostra o descaso do Governo Federal em liberar o tráfico de tabaco na corporação social, permitindo que a liberdade de compra possa ser usada de modo excessivo.

É imprescindível, portanto, alternativas para solucionar os impasses com o tabagismo. O Governo Federal, em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, pelo setor da Secretária Nacional do Consumidor, deveriam limitar as vendas dos cigarros nos bares, restaurantes e outras diversas lojas que tem acesso ao mercado do tabaco, como forma de reduzir o vício e o consumo desse item, por motivos de complicações na saúde da sociedade, visto que as informações de alertas contidas nas embalagens, não estão sendo válidas para o ser humano diminuir o seu uso. Assim,  podem realizar essas ações por meio de leis e regras nestes estabelecimentos, para que possam desmistificar cultura do fumo como uma maneira de prazer, mas sim como forma de regredir sua expectativa de vida.