Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 03/08/2020

O ex presidente Fernando Henrique Cardoso instituiu durante o seu governo diretrizes do programa de combate às drogas. Todavia, FHC admitiu que medidas repreensivas não foram eficazes e os problemas decorrentes de tal consumo persistem. É de reconhecimento que o fumo trás problemas de ordem econômica e de saúde pública, ou seja, o uso de cigarro associa-se à consequência nefastas na riqueza nacional e no bem-estar coletivo.

Primeiramente, os gastos referentes ao tabagismo estão próximos dos sessenta milhões, no entanto, os valores de arrecadações de impostos não superam estes gastos. Além disso, há uma perda produtiva  de trabalhadores que precisam ausentar da sua função decorrentes de problemas de saúde provocados por este insumo. Sendo assim, os gastos envolvem o governo e empregadores, que não são recuperáveis, tendo em vista o deficit orçamentário gerado.

Em segunda análise, o tabagismo interfere na qualidade de vida, pois polui o meio ambiente, gerando consequências também para o ecossistema. Ademais, há um aumento das doenças respiratórias e  até mesmo mortes, que poderiam ser evitadas, segundo a OMS. Dessa maneira, o cigarro gera impactos em todo sistema ecológico e incapacita pessoas, mesmo sendo um problema evitável.

Portanto, o tabagismo é um problema que repercute em toda a sociedade e por isso deve ser combatido. Desse modo, cabe ao Ministério da educação em parceria com o PROERD instaurar palestras de cunho educativo, que aborde desde o prejuízo do cigarro na saúde aos impactos socioambientais. Como também, o Ministério da Saúde deverá ampliar programas de assistência ao fumante. Assim sendo, haverá uma diminuição nos gastos e problemas gerados por tal consumo.