Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 02/08/2020

Segundo Durkheim, a sociedade pode ser comparada a um organismo biológico, quando uma célula é afetada, todo o organismo poderá sofrer consequências. Durante o início do século XX, o consumo de cigarro foi intensificado nas mídias como um sinônimo de liberdade e status, através de uma campanha da Malboro. Hoje, a realidade é outra, o tabagismo se tornou um problema de saúde, além de trazer consequências economicas e ambientais para o país, por isso deve ser tratado com seriedade.

Atualmente, sabe-se que o tabagismo é um problema de saúde, pois o cigarro se tornou um agente causador de doenças cardiácas, pulmonares e pode contribuir para o surgimento de câncer. Paralelamente podemos citar o filósofo Schopenhauer, o qual diz que o prazer não passa de uma ilusão, nunca estamos satisfeitos, assim é a relação do cigarro com o indíviduo, causando um sentimento de prazer que se torna viciante devido a nicotina, e assim nunca estando satisfeito com apenas um.

Outra questão relacionada tabagismo são suas consequências econômicas e ambientais. No Brasil, segundo os dados do IBGE e INCA, o tabagismo custa cerca de 21 bilhões aos cofres públicos, devido ao grande número de indíviduos que precisam ser tratados com doenças associadas ao uso. Já na questão ambiental, uma bituca de cigarro jogada de forma incorreta, pode gerar um incêndio de grandes proporções, causando devastação de fauna e flora pelo país.

Em suma, vê-se que o tabagismo traz diversos problemas e consequências para o país e cabe as autoridades tratar sobre o tema.  Portanto, incumbe ao Ministério da Saúde, trabalhar em campanhas educacionais e inserir ajuda médica no SUS, com o auxílio de estados e municípios, através de parcerias com a midía e melhoria nos centros de saúde, com o intuito de levar o conhecimento acerca do tabaco e tratamento gratuito, desta forma concientizando e ajudando os indíviduos a largarem o cigarro. Através destas medidas, o país certamente vai ter resultados positivos, além de diminuir custos para os cofres públicos.